Civilização helênica (Atenas)

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Civilização egípcia (Egito Faraônico)

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Civilização hebraica (Jerusalém)

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Civilização sumério-acadiana (Mesopotâmia)

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Civilização latina (Roma)

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quarta-feira, 12 de março de 2014

Diretrizes Curriculares do Curso de História da UFF

Boa tarde, galera.

Alguns documentos são muito importantes para entendermos o nosso curso e um deles é o chamado Diretrizes Curriculares. Ali estão explicados os núcleos de formação, os eixos cronológico e temático, e tem a lista de todas as disciplinas oferecidas para o Curso de História. Leitura fundamental.

Para fazer o download, passe o curso no item "Downloads" no menu superior, e clique em "Diretrizes Curriculares do Curso de História".

segunda-feira, 10 de março de 2014

Nova tumba do período faraônico encontrada em Luxor, no Egito


A arqueóloga e egiptóloga Kara Cooney divulgou, recentemente em sua página do Facebook, a notícia de que uma nova tumba foi encontrada na cidade de Luxor, antiga Tebas, no Egito.

A tumba foi construída no Novo Império - período que se estendeu desde o fim do domínio dos hicsos no Egito Antigo (1552 a.C) até 1069 a.C -, pertenceu a um alto oficial chamado Maai, da 18ª dinastia e foi descoberta por uma missão coordenada por espanhóis e italianos em Sheik Abd Qurna.

Entre os títulos do falecido, descritos num cone funerário feito em argila, estão os de "Aquele que guarda os segredos do Deus", "Supervisor do gado", "Administrador dos campos", "Administrador dos cavalos do Rei", "Prefeito", "O distinto de Osíris" e "Príncipe".

As equipes ainda trabalham no local.

Aqui o site da missão: http://www.min-project.com/en-gb/home.aspx

Mais imagens e informações na página que serviu de referência para este post: http://luxortimesmagazine.blogspot.nl/2014/03/new-kingdom-tomb-discovered-in-luxor.html

domingo, 9 de março de 2014

Mind mapping como auxiliar no estudo dos textos

Olá, historiadores-to-be.

Venho falar hoje para vocês de uma ferramenta que eu conheci recentemente, através da Profª. Drª. Adriene Baron Tacla, que ministra METEC na UFF.

Trata-se das ferramentas para mapeamento mental, conhecidas como mind mapping. São voltadas para organizar a mente em projetos que lidam com muita informação, que geralmente ficam flutuando nas nossas mentes até que possamos organizá-las de modo apropriado (coisa que pode nunca acontecer).

Se você está no meio de um brainstorming (tempestade cerebral), com informações novas pipocando pra tudo quanto é lado (tipo agora, com as 5827030 páginas para ler para a prova de terça-feira), essa ferramenta salva vidas.

Mas onde encontrar essa ferramenta miraculosa e como ela funciona?

Vamos pensar em como ela funciona:

Uma ideia central (ou assunto) é colocada na tela. Dela sai uma série de ideias secundárias, cada um de uma cor diferente. E de cada uma dessas ideias surgem todos os detalhes que você julgar importantes, seguindo a cor da ideia de onde ela surgiu. Um exemplo aqui é o início do estudo do texto A ascensão do culto solar, da egiptóloga Rosalie David, que eu estou estudando agora.




Eu usei esse método para mapear todas as informações importantes do maior texto que será usado na prova de terça-feira e ó: ficou joinha.

Onde encontrar:

Para PC
Tem diversos softwares para mind mapping instaláveis em Windows e afins. A má notícia é que a maioria é paga. :(
Aqui você encontra uma lista com alguns. Eu não testei o Edraw, mas é bastante usado por aí (é gratuito).


Na loja do Windows 8 tem uns aplicativos. Eu instalei o M8 e o Nova Mind. Dão para o gasto, mas o meu preferido é o Simple Mind, que é software e app, mas infelizmente é pago. Mas calma que tem uma solução.

Online

Online o mais popular é o Mindmeister. Ele é muito interessante, mas a versão free dele é uma bosta. Não vale a pena. Se você não quer pagar assinatura é melhor tentar um dos softwares gratuitos.

Neste site você encontra uma lista com dez sites para mind mapping que são free. O layout deles não impressiona, mas funcionam.


Para Android

Para esta plataforma eu recomendo fortemente o SimpleMind. Simples assim. A versão free já quebra um galho de jacarandá. A versão completa (que custa apenas 13 dilmas) vai deixar o processo, como direi?, completo.

É leve, é intuitivo, é fácil de usar e você coloca tanto no celular quanto no tablet.

E para os mais experientes com computador, dá para emular o Android no PC. Se optar por comprar o SimpleMind, que eu recomendo, ele fica associado à sua conta na Google. Então você pode instalar em qualquer dispositivo android que possua, inclusive na máquina virtual. ;)

Eu tenho problemas com datas e de concentração. É muito fácil eu viajar para Westeros e para todos os meus compromissos do mês (ao mesmo tempo) durante a leitura e por isso meu índice de retenção das informações lidas é baixo. O que complica é que minha atenção funciona melhor com itens visualmente marcantes. Para resolver esse problema, eu preciso ler, usar marca textos com cores berrantes e fazer os famosos resuminhos que mencionei num outro post.

Com os mind maps minha vida ficou way easier. Até as datas ficaram mais fáceis de entrar na caixola aqui, tudo ficou mais organizado.

Espero que ajude.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Rastreamento de Doenças na Antiga Mesopotâmia

Imagem: Arkadiusz Soltysiak
VARSÓVIA, POLÔNIA - O quão saudáveis eram as pessoas na Antiga Mesopotâmia? Arkadiusz Soltysiak da Universidade da Varsóvia coletou informações de todos os 44 relatórios previamente publicados sobre os remanescentes humanos da Mesopotâmia, onde os invernos são úmidos e os verões quentes, tornando os ossos antigos frágeis e pouco preservados. "Apesar dos poucos dados publicados, pode ser concluído que as comunidades da Mesopotâmia eram bastante saudáveis. Nós também identificamos algumas tendências - por exemplo, menos doenças visíveis nos ossos foram registradas no início e no meio da Idade do Bronze. É interessante pois isso se correlaciona bem com as fontes escritas daquele tempo - era o apogeu das comunidades agrícolas," disse Soltysiak à Science & Scholarship da Polônia. Ele notou que a saúde dental das pessoas sofreu enquanto as tamareiras se espalhavam e os hábitos alimentares se modificavam até o período medieval.

Tradução por Ana Luiza da Costa Duarte
Fonte: http://www.archaeology.org/news/1861-140227-mesopotamia-health-disease acessado em 27 de fevereiro de 2014.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Onde encontrar monografias de História na UFF

Existem dois lugares onde encontrar monografias (TCC) para consulta:


  1. BCG (Biblioteca Central do Gragoatá).
  2. Site da Graduação em História da UFF.


1. BCG

Consulta presencial:
A BCG fica localizada no Campus do Gragoatá, as monografias ficam no último andar.

Consulta online:
https://sistemas.uff.br/pergamum/biblioteca/index.php

2. Site da Graduação em História da UFF.

http://www.historia.uff.br/trabmono.php

(ainda não tem nada lá... #chateda)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Pistas para novo código pré-histórico perdido são encontrados na Mesopotâmia


Pesquisadores estudando bolas de argila da Mesopotâmia descobriram pistas para um código perdido que foi usado para manutenção de registros à cerca de 200 anos antes da escrita ser inventada.

As bolas de argila podem representar o "primeiro sistema de armazenamento de informações", pelo menos os primeiro que é conhecido, disse Christopher Woods, um professor do Oriental Institute da Universidade de Chicago, numa palestra no Royal Ontario Museum em Toronto, onde apresentou as descobertas iniciais.

As bolas, frequentemente chamadas de "envelopes" pelos pesquisadores, foram seladas e contém símbolos em várias formas geométricas - as bolas variam do tamanho de uma bola de golfe ao de uma bola de baseball. Apenas cerca de 150 exemplares intactos sobreviveram aos dias de hoje.

Os pesquisadores usaram scanners tomografia computadorizada de alta resolução e modelagem 3D para olhar para dentro de mais de 20 exemplares que foram escavados no sítio de Choga Mish, no oeste do Iran, em meados dos anos de 1960. Elas foram criadas cerca de 5.500 anos atrás no momento em que as primeiras cidades estavam florescendo na Mesopotâmia.

Os pesquisadores acreditaram por muito tempo que estas bolas de argila se tratavam de registros de transações econômicas. Tal interpretação é baseada numa análise de uma bola de argila de 3.300 anos encontrada no sítio de Nuzi, na Mesopotâmia, que continha 49 seixos e um texto cuneiforme contendo um contrato ordenando um pastor para cuidar de 49 ovelhas e cabras.

Como estes dispositivos teriam funcionado em tempos pré-históricos, antes da invenção da escrita, é um mistério. Os pesquisadores agora se questionam a respeito de como as pessoas registravam o número e o topo de mercadoria sendo trocada sem a ajuda de uma escrita.

Leia a notícia completa (em inglês) aqui:
http://news.discovery.com/history/archaeology/clues-to-prehistoric-code-foundin-mesopotamia-131011.htm